
Na sequidão que se fez o coração,no mar de esquecimento que se fez a loucura que dominava o ser.Talvez em algum lugar distante de tudo que me cerca,seria bom se isso não me acompanhasse.Um eterno sentimento,que me faz querer parar em meio a estrada que percorro.Pobre menina dos sonhos não alcançados não tenho sido eu.
Tenho sido alguém que queria idealizar pra ti.Meras são as palavras,tenho um amor épico,mais também tenho amor,aquele de paixão ardente.Bate o coração,junto com cada nota da canção.Em segundos posso despedir-me desse mundo.
Quem sabe uma ultima batida de onde não quero sair,quem sabe eu abra a porta e não veja ninguém pra entrar.Quero mais não me vejo,vejo mais não me superei com pequenas coisas.São apenas palavras aleatórias,são apenas palavras...sempre foram palavras,apenas palavras.
Só resta o pêndulo do tempo, dos sonhos que nos suplicam e nos inquietam. E sobra nas canções os anseios mais secretos, sentimentos amparados por um coração intenso que flutua em paixão, em tórrido amor. Palavras, elos que capitulam bem as oscilações, a vaga tristeza que assola, o sopro arredio da solidão, do ataque à alma incauta.
ResponderExcluirQuem sabe não suma, não reaparece. A felicidade já não sobra, já não fica tão visível. Tem vezes que mal sabemos aonde ir... Sempre foram palavras. Pedaços de nós...
Beijo querida Pri!